
“Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...”
William Shakespeare
Diferentes pesquisas mostram que a paixão libera endorfinas, substâncias produzidas pelo cérebro que acionam e estimulam o circuito neuronal do prazer, abrangendo o corpo como um todo.
A pessoa apaixonada parece naturalmente protegida, buscando o seu objeto de desejo a qualquer custo. Muitas vezes, o pensamento em relação à pessoa amada torna-se obsessivo e a síndrome de abstinência, faz com que o ser apaixonado esqueça-se de uma série de coisas como: perda de apetite, passar noites em claro desejando a todo custo o amor do outro etc...
A mãe natureza, dotou os seres humanos com a capacidade de se apaixonar como forma de escolher o parceiro ou a parceira. As leis que regem essa escolha acredita-se que são estratégias reprodutivas herdadas de nossos ancestrais.
O apoio emocional, a intimidade e os cuidados que as pessoas com relacionamentos estáveis recebem do parceiro, traz benefícios que superam aqueles mais óbvios.
Segundo os cientistas, nossos genes determinam como nos comportamos em relação ao sexo oposto. Esses genes também desvendam como nos sentimos atraídos por uma pessoa, e porque sentimos repulsa por outra. Também como sentimos atraídos pelo cheiro de uma e como não gostamos do cheiro de outra.
Apesar de todas as pesquisas e descobertas, demonstram que a evolução modificou os nossos genes, permitindo que o amor e a paixão sejam banalizados. E o “ficar” com parceiros diversos tornou-se algo natural.
Atualmente existem tantas informações, que muitos não dão tanto valor para pessoa ideal.
Outro fator que está cada vez mais crescente, é a independência profissional e financeira de algumas mulheres, podendo escolher livremente seus parceiros ou não se fixar em ninguém.
Apesar de tudo isso, ainda existem os eternos apaixonados, que sempre estão cercados por uma aura de romantismos e felicidade.
Muitas vezes a paixão, pode se transformar em um amor verdadeiro, ou simplesmente se perder ao vento da desilusão...
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