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Fábio Campana

Publicado em 18 de Agosto de 2012, às 00h00min | Autor: Fábio Campana - editor@fabiocampana.com.br

Indignação

Pasmem, senhores. Não há uma só obra de interesse estratégico do Paraná no pacotão anunciado por Dilma Rousseff, que prevê investimentos da ordem de R$ 133 bilhões em todo o país

 Pasmem, senhores. Não há uma só obra de interesse estratégico do Paraná no pacotão anunciado por Dilma Rousseff, que prevê investimentos da ordem de R$ 133 bilhões em todo o país. E não digam que foi por falta de projetos. Projetos existem e todos estão aprovados no governo federal. O que explica a discriminação? Só a motivação política explicaria. A influência dos três ministros petistas do Paraná – Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo e Gilberto Carvalho – em vez de ajudar, atrapalha o Paraná e seu povo. Pois, pois, de que servem os três ministros do Paraná? Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo e Gilberto Carvalho.

Paranaguá
 Mais grave. O novo traçado da ferrovia deve desviar a exportação de grãos do oeste do Paraná para o porto de Rio Grande, em prejuízo de Paranaguá.

Absurdo
 E mais. A BR-153 receberá recursos para obras em todos os outros Estados, menos no Paraná, que aprovou projeto para a pavimentação no trecho entre Alto do Amparo e Imbituva.
Aos maçons
Gustavo Fruet afirmou que a sua aliança com o PT e o apoio de Gleisi Hoffmann lhe dá a certeza de que terá recursos do governo federal. Ele participou de sabatina organizada pelas lojas maçônicas paranaenses no Grande Oriente do Paraná, instituição localizada no bairro Jardim Botânico.

Pesquisas, pesquisas
Teremos pela frente um porre de pesquisas de todas as procedências e cataduras. Vem aí novo Datafolha. Outro Ibope. O Datacenso. E a do Instituto Garbellini. Isso sem contar as chamadas pesquisas internas, de institutos que só trabalham para a orientação de campanhas. Como se vê, há para todos os gostos. Cada qual escolherá a sua.

Petistas estomagados
Anotem. A adesão descarada à privatização pelo governo Dilma Rousseff não caiu bem no estômago de petistas nativos. A grita é grande. A decepção maior ainda. E a dissimulação eufêmica de dizer que privatização é uma coisa e concessão é outra não cola mais.

Petecano
“Petecano (petista-tucano) é um panaca que diz que concessão não é privatização.” A frase é de Requião no twitter.

Na frigideira
O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha, candidato à prefeitura de Osasco, vai ficar fritando em toda a pré-campanha na condição de condenado por corrupção, lavagem de dinheiro e peculato. Sua condenação foi pedida pelo relator do mensalão, Joaquim Barbosa, e, embora dez ministros do STF ainda não tenham votado, será nessa condição que ele pedirá votos aos eleitores. Um cartão de visitas e tanto.

Independência
O candidato conversou com diretores e funcionários da Construtora Dória. Ratinho Junior enfatizou que seu projeto é para melhorar Curitiba e a qualidade de vida da população, pensando-a para médio e longo prazos. “Não estou comprometido com as eleições de 2014 e sim com um projeto de cidade para as próximas décadas”, acrescentou Ratinho Junior.
Melhores
Para o candidato, essa independência lhe permitirá convidar, mesmo nos partidos que não o apoiaram, os melhores cérebros para compor sua equipe. “Não tenho problema nenhum de buscar alguém preparado do PT ou do PSDB ou de outro partido, ou mesmo alguém sem partido para bem administrar Curitiba”, garante.

Sem dúvida
Em entrevista exclusiva à coluna do Aroldo Murá, o governador Beto Richa disse não ter dúvida “alguma” de que Luciano Ducci será reeleito prefeito. Garantiu que está se dedicando prioritariamente à Curitiba.

Tramóia
O Senado realizou em março um concorrido concurso público para preencher 246 vagas distribuídas entre os cargos de consultor legislativo, analista legislativo e técnico legislativo. A oferta salarial, de cerca de 23 800 reais, atraiu o interesse de milhares dos chamados “concurseiros profissionais” país afora.

Provas
As provas foram feitas em março e tudo teria corrido dentro do roteiro, não fosse o fato de uma servidora do Senado, integrante da comissão organizadora do concurso, ter decidido na última hora também participar das provas. Além de virar candidata, a servidora tinha o papel de gestora do contrato do Senado com a Fundação Getúlio Vargas, a entidade contratada para realizar a prova. 



Comentários para esta notícia.


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  • Marcos20/08/201209h57

    Isso quer dizer que não temos representação política ou será que os nossos representantes não trabalham pelo Paraná, pense nisso na hora de votar, eis tudo.

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