
Nas ruas de Ponta Grossa, a sorte nas mãos dos transeuntes é lida por um grupo de ciganas
Os dentes de ouro. As saias coloridas. O cigarro no canto esquerdo da boca. ‘Dona’ Cida Arffer é a ‘chefe' de um grupo formado por 15 mulheres ciganas que todo dia se espalham pela Praça Barão do Rio Branco de Ponta Grossa, principalmente no 'Ponto Azul' com um único objetivo: ler a sorte das pessoas. "Nós não exigimos muito, não. Para ler a mão as pessoas dão quanto querem, R$ 1, R$ 2. Agora se é homem querendo mulher ou mulher querendo uns homens, nós cobramos uns R$ 10 por simpatia", conta Cida, ao disparar uma baforada.
Confira o conteúdo na íntegra da matéria feita pela equipe do Jornal da Manhã na versão impressa de terça-feira, 06 de setembro.
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