
Motorista de caminhonete estaciona em fila dupla e desce buscar filho na escola
As carteiras cheias. O material contado. O quadro negro riscado pela primeira vez em 2012. As aulas recomeçaram para as escolas privadas de Ponta Grossa, mas nem tudo está organizado. Com o retorno das atividades escolares voltaram também os problemas com o trânsito em ruas ao redor no período de entrada e saída de alunos. Os horários mais críticos são às 12h, 13h30 e 17h30 por conta do fluxo intenso de veículos devido a circulação de motoristas que estão saindo ou retornando para o trabalho.
O administrador, Ubiratan Turcato, chegou com 20 minutos de antecedência a frente do colégio onde as filhas estudam para conseguir um local para estacionar. “Como hoje é o primeiro dia parei por aqui, mas a partir de amanhã vou começar a usar ruas aqui em volta”, explica o pai ao confirmar a dificuldade de encontrar vagas. Segundo ele, se o motorista quiser parar próximo ao colégio é preciso chegar mais cedo. “Se não vir antes, não consegue. Eu pude sair mais cedo porque trabalho na empresa com meu pai, mas é complicado”.
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Moro em frente a um colégio particular da cidade, e diariamente enfrento estes problemas. O triste é saber que os culpados são os próprios pais que não podem caminhar 30 metros a mais, deixando o carro em local que não atrapalhe o restante do trânsito. Placas indicam que em determinados horários (entradas e saídas das aulas) é proibido estacionar naquela faixa, ou seja, ela deve ficar livre para que os carros formem suas filas para poder deixar os filinhos dentro da escola (como falei antes, ninguém pode caminhar um pouco). Nessa faixa que seria para se formar fila no horário de pico, todos estacionam, e a fila se forma no meio da rua, no qual no há espaço para um veículo de cada vez. Acredito que as escolar também poderiam fazer campanhas juntos aos pais e aos alunos para que respeitassem essa sinalização de horários, para que o trânsito fluísse melhor.
A gente sabe que os pais precisam levar e buscar seus filhos na escola, contudo, como fica o direito dos outros? A maioria simplesmente pára o carro no meio da rua e sai, pra buscar o filho, ou seja lá o que for, NÃO PODE! E a fiscalização simplesmente não acontece. E que ninguém venha dizer que não tem outro jeito, que não tem lugar pra estacionar... O direito da coletividade, de circular pelas vias livres, deve ser mantido. E outra coisa: por que as escolas que mais causam transtorno (como Sepam, Sagrada Família, por exemplo), não têm estacionamento? Porque é desperdício de dinheiro, certo? Os outros que se danem!!!
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