
A intenção da descentralização de investimentos industriais pelo Paraná estimula a análise dos impactos e consistência da proposta de desenvolvimento. A qualificação da mão-de-obra, a estrutura viária, e a proximidade com a capital e o porto de Paranaguá para o escoamento da produção, aparecem como atrativos para que empresas apliquem investimentos. “Não basta se criar políticas para se tentar a descentralização. Isso é importante e deve ser estimulado. No entanto, as cidades precisam buscar investimentos condizentes com a sua vocação”, aponta o deputado Péricles de Holleben Mello citando o argumento como explicação para os investimentos em Ponta Grossa. “Somos um pólo metal-mecânico e temos diversas atrações, por isso a atenção das indústrias”, completa.
Para o presidente da Associação dos Municípios dos Campos Gerais (AMCG), Miguel Sokulski, o Governo do Paraná precisa incentivar o encaminhamento de empresas para o interior do estado.
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Ponta Grossa sempre foi um pólo metal-mecânico, e eis sua vocação natural. Sem contar que se constitui no maior pólo de serviços de recuperação de veiculos de transporte rodoviário de cargas, e nunca, nenhum político, municipal, estadual ou federal fez nada por essa vocação que também é quase natural em nossa cidade. Sem planejamento alcançou todo esse sucesso, imagine se tivesse apoio político e planejamento.
prezado ELOIR, o governo do estado está dando um passo a frente para estar apto a receber os investimentos internacionais. Há 16 anos que o estado não recebe uma legislação que atenda as pequenas cidades do interior e que possuam baixo IDH por não possuirem bons empregos. Qual a diferença entre o desempregado de Ponta Grossa e de Imbaú, são paranaenses iguais com mesmos direitos. Há necessidade de redistribuir os benefícios Atenciosamente.
O litoral paranaense esta abandonado. Paranaguá como polo do litoral ter sido preterida no campus do litoral da UFPR por Matinhos mostra que ha um complo contra sa cidades menores por parte da capital.
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