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Ponta Grossa

Publicado em 19 de Fevereiro de 2012, às 01h00min | Autor: Patrícia Biazetto Moreira Diogo, da Redação

Manobra política pode afastar indústrias de PG

Estudo elaborado pela Secretaria de Estado da Indústria, Comércio prevê a redução do ICMS para alguns municípios

Com o objetivo de fomentar a industrialização em cidades distantes da capital e da região dos Campos Gerais, o governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, deve apresentar nos próximos dias um estudo que está sendo elaborado e que prevê a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para alguns municípios do Estado. Além desse estudo, há uma proposta do deputado Bernardo Ribas Carli.

A justificativa do secretário da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, para realizar o estudo é que a distância das cidades do interior do Porto de Paranaguá impacta nos custos de produção, inviabilizando a instalação de novos empreendimentos. Entre os critérios que o governo estuda para determinar a redução da alíquota do ICMS estão a distância do município até a infraestrutura de escoamento de produção, o setor industrial envolvido, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e sua importância para o desenvolvimento do Estado, sempre respeitando o critério de isonomia por setor industrial.

Leia a matéria na integra no JM impresso.



Comentários para esta notícia.


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  • Luiz Carlos Schmitke24/02/201208h28

    Terezinha! desde quando pobre gosta de trabalhar, ele quer emprego, trabalha porque precisa, gosta de bolsa família, e de fazer um monte de filho, para a sociedade cuidar, e ficam carregando os filhos de um lado para outro, na rua, nos faróis, na frente de lanchonete, restaurante, pedindo, é assim que eles pensam,é melhor pedir do que trabalhar. As pequenas cidades do interior não tem estruturas para receberem grandes empreendimentos, são cidades, com dois, três, quatro mil habitantes e olha lá, não deveriam nem ser chamadas de cidade, mas assim são porque algum dia,algum politico passou por aí, e prometeu fazer do lugarejo, uma cidade, e até hoje ele manda, como acontecia aqui em Ipiranga, onde o falecido Anibal Cury, mandava na cidade, e intimidava as pessoas, e deixou substituto, seu neto Alexandre Cury, e assim está cheio. O problema não é as pequenas cidades, são as maiores de outras regiões que estão com dor de cotovelo. Sou a favor da industrialização, mas não podemos esquecer da lavoura, pecuária,o problema que ninguém, nem aquele que foi criado no mato, não quer saber mais de ficar no campo, na roça, quer vir para cidade, se divertir, trabalhar em alguma industria e morar nas favelas, contribuindo para o aumento das mesmas. O burro traz toda a família e até os cavalos, e depois não tem aonde deixar, solta para a rua, as vezes são atropelados, ou causam acidentes, onde passam a se alimentar de lixo, e capim de campo, e começam a catar reciclado para sobreviver, e ninguém quer isto, queremos que cada um viva a sua vida, mas digna, acredito que tem trabalho pra todo mundo, principalmente no campo. O governo deveria se preocupar mas em fixar as pessoas no campo, do que fazer, o que está querendo, quem vai ganhar com isto são os grandes investidores, magnatas,milionários, que vão ficar anos sem pagar impostos, e nós vamos ficar anos esperando as coisas melhorarem, e ficar ganhando salário de chinês, uma miséria.

  • Terezinha Jovanete23/02/201220h02

    Bem assim mesmo tubarão da cidade de Ponta Grossa, tentado tirar emprego das pequenas cidades, quanto mais tem mais quer, os pobres não precisam de trabalhar para sustentar seu Paulik e outros? O Paulik pegue suas lojas e monte todas em Ponta Grossa.

  • Alzuguir Ferreira22/02/201216h11

    É sempre assim Ponta Grossa sempre é cortado de todo o jeito, quando bons investimentos para o norte do Paraná tudo bem, agora que a cidade se preparou e está conseguindo novas indústrias para a nossa região eles (norte do PR) não gostam querem só para eles, claro que outras cidades também tem direito,principalmente da nossa região,mas nós somos o maior entrocamento do Brasil, mas os nossos politicos não vão deixar com certeza,Vamos lutar por uma Ponta Grossa muito mais forte.

  • Seduli22/02/201214h38

    É isso Ricardo está com a logica e a razão, pena que tantas pessoas fazem de um fato real e nescessário para mudar o desenvolvimento do Paraná, como se tivessem tirando de nos um doce da boca. Como falta o entendimento que não vivemos numa aldeia Global só Pontra GROSSA, os outros que se ferem e ainda muitos desses vão na igreja e rezam e se acham conscientes e justos é justo contra outros menos favorecidos ? e isso que aprenderam, solidariedade e sentido Republicano de Governar e cirar oportunidades para todos Quanto Egoismo Que ridiculo.

  • ricardo22/02/201214h38

    Espero só que não voltem atras do que ja esta feito. Qunato a Guarapuava, onde anda seu representante criminoso, assasssino que foi? Carli cuide melhor de sua familia primeiro

  • Marcos22/02/201208h11

    A cidade sempre foi prejudicada por isso, sempre tem manobras políticas, garanto se fosse no nortão as coisas iriam ficar assim, é bom a região dos Campos Gerais se unirem, e nunca mais votar nesses políticos medíocres se realmente isso acontecer, eis tudo.

  • Celso22/02/201208h12

    Bravo Marcelo Maravieski!! Me poupou de postar justamente o seu post. Faço minhas as suas palavras.

  • Luiz Carlos Schmitke22/02/201208h14

    O problema que cidades como Londrina e Maringá, estão querendo os investimentos para eles,através desta manobra política, já que o secretário é de Maringá, e eles não tem um polo industrial igual que tem em Ponta Grossa, a cidade se preparou para receber estas grandes industrias.E quanto isto cidades como Londrina e Maringá, ficaram usando de politicagem, tudo quanto é tipo de verba ia para estas cidades por causa da representatividade, agora bateu a dor de cotovelo, estas cidades nunca foram um polo industrial, cada uma se destacou do jeito que deu, Londrina na área de serviços, e Maringá na área de confecções e mais nada. Na verdade não querem industrializar o interior do Paraná, são algumas cidades que os prefeitos e deputados destas regiões, resolveram apelar para o governador e secretário, e estes prometem levar o caso para assembléia legislativa, mas vão queimar o filme se isto acontecer, muitos investimentos podem se afastar do estado. O investidor não é obrigado a investir onde o governo quer, investe onde fica melhor,e onde se tem mão de obra especializada, e para isto a cidade está preparada. E agora vem Guarapuava, querendo as cervejarias, como Itaipava/Cristal, Schincariol, e Ambev, sendo que o governador já disse por várias vezes que a Ambev vai se instalar em Ponta Grossa, e a cidade pode se transformar em polo cervejeiro. As cidade menores, com até 10000 habitantes, deveriam ser extintas, a população deveria ser levadas para áreas agrícolas, para podermos ter uma agricultura forte como era no passado, e não só pensar em industrialização e morar nas cidades grandes. É ridículo cidades com 2, 3, 4 mil habitantes, que foram criados por políticos, e estes mesmos políticos hoje querem levar a industrialização, onde nem mão de obra existe, e que mal tem um atendimento a saúde, e estudo. É mais louvável, trazer estas pessoas para estudar nos grandes centros e aprender técnicas e devolver com uma mentalidade voltada para a agricultura, pecuária, e unificar municípios próximos. O estado, município e a união gastam muito dinheiro do contribuindo com este bando de politicos, que acordam só pra comer, e enganar o povo, discutem problemas que eles mesmos criam e nada de interesse da população, isto é vergonhoso, e é isto o que está acontecendo agora, sabem se não levar alguma coisa para os municípios que representam adeus carreira politica, e querem anular o desenvolvimento dos Campos Gerais, e os nossos deputados, e os da região vão deixar que isto aconteça?. Troca o secretário, está na hora de mudanças, quando começa ficar nojento e partem para a ignorância, de achar que uma região tem mais poder ou necessidade que a outra, todos precisam dar as mãos por um Paraná melhor, e um Brasil de futuro,porque aqui somos apenas passageiros.

  • Henrique Palermo do Vale22/02/201208h17

    Uma redução de ICMS para cidades do interior desindustrializado, objetivando investimentos fora da capital e da região dos Campos Gerais pode parecer, a princípio uma boa ideia, principalmente quando pensada sob a luz da igualdade. O problema é que essa política estava sendo usada aqui e pode, subitamente, ser removida, causando a fuga de vários investidores da cidade. Ademais, esses incentivos vão contra a lógica econômica. Ponta Grossa tem uma excelente estrutura de transportes e mão de obra, o que juntamente com a posição geográfica e os incentivos fiscais, acabou por atrair várias empresas nesse último ano. Tirar Ponta Grossa do programa de incentivos fiscais, com o intuito de levar as indústrias para o interior do estado, vai se configurar em uma política negativa para a industrialização do Paraná. Pois, parece-nos que o Secretário Ricardo Barros se esqueceu que existe uma guerra fiscal sendo travada todos os dias entre os estados da federação. Se não for Ponta Grossa, não é por incentivos de 25 anos que uma empresa deixará de investir em uma cidade que lhe dará anos de facilidade logística. Assim, outras cidades paulistas, catarinenses e gaúchas poderão acabar levando os investimentos que deveriam vir para cá. Pois, mais pesam as facilidades logísticas e humanas que os incentivos fiscais temporários; por isso esse último é considerado critério de desempate, assim como doação de terreno, terraplanagem etc.

  • ricardo 22/02/201208h19

    Prezado ELOIR, realmente esse tema é espinhoso, pois os municípios que estão recebendo novas empresas não desejam dividir esses benefícios. Porém há necessidade de olhar o Paraná como um todo. Há mais de 16 anos que o estado não é brindado com legislação industrial que atenda o interior e os municípios de baixo IDH. Qual a diferença entre o desempregado de Ponta Grossa e de Imbaú. A sociedade espera muito mais desse atual governo. Atenciosament.

  • Augusto 22/02/201208h19

    Beto Richa O governador Beto Richa nasceu em Londrina, em 29 de julho de 1965. O que acham disto PSDB

  • evaldo22/02/201208h22

    Ola Carli, me lembrou Guarapuava: como está o presidente da câmara de lá? Preso ainda? Em Curitiba o presidente da câmara do richa-prefeito, não foi preso. Ainda! obrigado

  • Sergio Lima22/02/201208h26

    Assino embaixo, o que o Dr. Marcelo colocou nesse tema, sem duvida devemos querer um Estado do Paraná unido, fortalecendo todo o Interior, não podemos olhar so para nosso Umbigo, temos que pensar que o desenvolvimento integrado é melhor para todo o Cidadão que mora e aqui trabalha , sedja em Ortigueira, Xambre, Cascavel, Ubiratão, Capitão leonidas Marques, etcs, enfim todos precisam receber recursos e investimentos para não cirarmos bolha de desenvolvimento em alguns e miseria em outros, afinal o justo deve prevalecer, e ademais cada municipio pelas suas peculariedades regionais e ou materia prima abundante ou não receberá o que de fato as empresas entenderem mais viaveis para ela, independente de legislação e Planos Competitivos, então nada que polemizar e ficar nesse auto-fagismo.

  • Carlos Roberto20/02/201208h34

    Esse é o turco Beto Richa provocando pra Ponta Grossa. E aí Pedrinho........ele não e tucano como tu? Cadê o bom relacionamento. Olho aberto com esse povo, princesinos !!! Tava indo bem demais a coisa

  • Guilherme20/02/201208h36

    Façam suas apostas. Qual politico vai aparecer na próxima semana salvando a cidade.

  • Marcelo Maravieski20/02/201208h38

    Louvável e merecedora de aprofundamento nas análises desta proposta! Já é passada a hora de o Paraná desenvolver-se como um todo. Ou será que a violência e o tráfico de drogas crescente nas cidades maiores em nosso Paraná não é um dos reflexos da migração de pessoas das cidades sem expectativa de desenvolvimento humano adequado para os"eldorados" da vida melhor? Precisamos sim de um Paraná com municípios com melhores IDH e para isso precisamos sim de facilitar o investimento em municípios mais distantes do porto de Paranaguá! Que este projeto possa receber as emendas necessárias e adequadas para que consigamos construir um Paraná onde as pessoas e seus municípios, respeitadas, respeitas, valorizadas e estimuladas suas vocações econômicas, tenham melhor asseguradas suas condições de desenvolvimento humano e assim construamos um Paraná mais justo e saudável!

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