
A moradora Ana de França diz que inclinação da rua dificulta o trânsito dos carros, que voltam de ré e, sem visão, caem no buraco em frente à sua casa
As placas de trânsito regulamentam normas para serem seguidas para a ordem e a segurança no trânsito. Mas nem sempre elas são respeitadas. Diversas imprudências são flagradas e relatadas pelos cidadãos dia a dia. Estacionamento ou parada em local não permitido, excesso de velocidade, conversão proibida, enfim, todos esses – e outros – desrespeitos podem ser observados sem o maior esforço.
Na semana passada, um Fala Cidadão já retratou algumas situações no Largo Professor Colares, localizado em frente à entrada principal do Cemitério São José, em que a ausência de uma placa que proíbe o retorno (que foi arrancada), no início da Travessa Pasteur, leva perigo aos motoristas. Dessa vez, Um leitor identificado como “Sergio”, deixou uma mensagem para o jornal, alertando sobre a conversão proibida na saída de um novo supermercado, na Avenida Visconde de Taunay, na região do Santa Paula.
“A maioria dos usuários do novo mercado, localizado na Av. Visconde de Taunay, quando saem do estabelecimento, está fazendo a conversão proibida, causando vários transtornos aos demais usuários da via, quase causando acidentes. O pior de tudo é que isso acontece bem debaixo de uma placa onde proíbe o retorno sobre a via”, diz o leitor.
O Jornal da Manhã foi até o local e constatou diversos os atos irregulares. Na saída, o motorista fica na via em direção centro-bairro e, junto à sinalização de “Pare”, no chão, há a placa que proíbe o retorno na saída (para seguir em direção ao centro). Em um dos casos observados pela reportagem, um carro que realizava uma ultrapassagem em local proibido quase atingiu um automóvel que fazia uma dessas conversões irregulares.
Outro Lado
Para o retorno, os condutores devem utilizar a rotatória
O Jornal da Manhã entrou em contato com Edimir José de Paula, presidente da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT). Segundo ele, o motorista deve ir até a rotatória, localizada no final da Avenida Visconde de Taunay. “A faixa dupla contínua não pode ser ultrapassada. Ele deve percorrer 100 ou 200 metros até a rotatória para fazer a conversão segura. Bem como quem vem do Santa Paula para entrar, deve utilizar as abas do viaduto”, explica.
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E a prometida duplicação da via e do viaduto, como fica? Já não passou da hora de cumprir a promessa?
Sr. EMA, a questão é outra., quando se implanta o Empreendimento a Dona Prefeitura e os seus Governantes deveriam serem bem competentes para não so aprovar a obra mas também decidir sobre o sistema de transito e Viário no Local. e por isso se tivessem o minimo de Competencia não teriam aprovado aquele retorno que ja aponta para a saida irregular no trafego. Ponta Grossa esta eira e vizeira de equivocos como aqueles dois Supermercados na mesma Via e cada tempo vai ser provado que falta total Planejamento na Cidade e de conbsequencias e impacto no transito e Ambiental por isso precisamos para de votar em pessoas sem a minima condição de Governar o seu proprio umbigo.
Muitos cidadãos já se manifestaram sobre os problemas no transito que iria acontecer naquela via pouco se foi feito para resolver o problema,colocaram duas placas uma de conversão proibida e outra de rotatória e mais nada e já que a dita via é com faixa dupla amarela o que indica não ser permitido ultrapassagem e que não é e nunca foi respeitada então o que fazer ?.Uma alternativa seria colocar uma divisória de pista até a entrada do viaduto talvez.Assim evitaríamos que algum dia termos que comentar e lamentar a perda de vidas e pessoas machucadas.Solução tem é só os órgãos competentes tomarem uma atitude que não é tão difícil de resolver o problema.Se vão duplicar algum dia aquilo daí muda-se novamente e evitaríamos muitos sofrimentos. Mas se nós motoristas realmente respeitássemos limites de velocidade e as leis de transito nada disto seria necessário. Alguns métros a mais até a rotatória não vai deixar ninguem mais rico com a economia de combustível e tempo e sim evitar o sofrimento de alguma família.
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