
Finalizadas as convenções e definidos os nomes dos concorrentes a cargos públicos, inicia-se, agora, a corrida pelo voto do eleitor. As eleições municipais de 2012 será um evento histórico para Ponta Grossa, com o rompimento de paradigmas e a evidente proposta de renovação da classe política. A partir de 2013, a administração municipal estará nas mãos de um novo grupo e a expectativa do ponta-grossense é a consolidação de uma cidade cidadã, de oportunidades e de futuro promissor.
Cobra-se, neste momento, um efetivo comprometimento dos candidatos em promover uma campanha ética, pautada na apresentação de projetos essenciais para a continuidade do desenvolvimento socioeconômico de Ponta Grossa. Ataques hostis aos concorrentes, o denuncismo, as tradicionais ações de baixarias, não atingirão seus objetivos e contribuirão ainda mais para o rebaixamento da classe política.
O atual eleitor ponta-grossense é inteligente, formador de opinião e vai oferecer o voto a quem efetivamente mostrar que possui grandes projetos para Ponta Grossa. Tentar enganá-lo é comprometer a própria campanha. Neste sentido, o candidato deve eleger a transparência como fator fundamental para realizar uma boa campanha. Quem tentar comprar voto, seja através de dinheiro ou de favores, sepultará, dessa vez, o futuro político.
Os candidatos à Prefeitura ou à Câmara Municipal devem se preparar para conhecer a realidade de cada bairro, discutindo com os moradores os problemas de infraestrutura e projetos que promovam o bem-estar social. Muito embora tenha recebido recursos, a periferia ainda sente-se excluída e abandonada. Como exemplo, cita-se que mais de 50% das ruas não tem pavimentação.
Quem quer ser prefeito ou vereador terá que trabalhar muito. A disputa será acirrada. Os eleitores exigirão qualidade. É a hora de o ponta-grossense dar as cartas. Ponta Grossa experimenta um invejável desenvolvimento, mas ainda tem muito para avançar.
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