
Após a chegada dos smartphones e tablets, acirrou a velocidade das notícias que com a internet já eram transmitidas minuto a minuto, agora qualquer um que anda pela rua pode ter acesso ao que acontece no mundo, em tempo integral. Assim, o jornal impresso de hoje, domingo, realmente traz notícias já defasadas, ante as informações imediatas que temos pela internet. Os jornais impressos precisarão se adaptar para sobreviverem, assim como já fizeram diversos veículos internacionais, transformando eficientemente as assinaturas e anúncios em virtuais. Adaptar-se, assim como propôs o I-Tunes, da Apple, para a indústria da música. Investir e objetivar sempre a qualidade das matérias e artigos, objetivas, interessantes, para prender a atenção do consumidor da leitura, que com um simples clique navega por diversos endereços e o desinteressante não tem mais lugar na rede. Comprar jornal na banca será, em breve, coisa do passado. Estamos, assim, numa época de transição, igualmente para com os livros, embora quanto a estes em velocidade menor de extinção, pois guardam ainda todo o charme e praticidade que sempre tiveram e, além do que os e-books geram um desconforto visual. Contudo, questão de tempo, como dito, para tudo virar virtual e não é estranho se imaginar a possibilidade de nos vermos em breve dentro do próprio romance ou notícia, com imagens 3D pela sala, por exemplo. Mas o espaço para bons articulistas e escritores sempre haverá, apenas mudará do papel para a tela, que será inclusive, em breve, dobrável, através dá já existente tecnologia de tela chamada AMOLED, flexível. Mas a certeza é que a tecnologia jamais superou a força de uma conversa olhos nos olhos, redes sociais apenas facilitaram o contato, mas jamais serão melhores que uma simples roda de amigos, assim como e-mails de negócios, contratos virtuais, não são no final das contas, mais firmes que um aperto de mãos, enfim, tantos outros hábitos que sempre serão mais consistentes e marcantes.
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