
Nas últimas eleições o Brasil registrou 21,5% de abstenção, isso se reflete, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 29,1 milhões de eleitores que não votaram. O não comparecimento as urnas, somados aos que optaram pelo voto nulo ou em branco, o contingente chega a 36,6 milhões de pessoas, e representa 26,76% do eleitorado. Para muitos, tais indicativos remetem a uma reavaliação do modelo eleitoral no Brasil e com isso, questionamentos surgem como, por exemplo, o que motiva a abstenção do voto? O voto é um direito conquistado com a democracia ou um dever sujeito a sanções? O Dossie JM desta semana tratará do modelo eleitoral do país e o quanto isso pode interferir na democracia.
A aposentada Rosalina da Silveira Carneiro, moradora do Rio Verde, é contra a abstenção do voto em casos que não sejam emergenciais, pois conta que nunca deixou de votar e com seus 70 anos de idade, julga que voto é um ato de cidadania. “Eu não precisava mais votar, mas é o único momento em que a minha opinião tem o mesmo peso que dos outros. Meus filhos viajaram e justificaram o voto, desaprovei a atitude deles”, comenta. Para Adriana Rodrigues, moradora do bairro de Oficinas, o prejuízo do cidadão não votar se reverte para a sociedade, “assim, são eleitos representantes que não são comprometidos com a população”, salienta.
Leia a matéria na integra no JM impresso.
Não perca tempo e seja o primeiro a comentar esta notícia.
escreva seu comentário