
Nas configurações mais "sociais", como a HF, a grade angulosa é bem parecida com a do sedã compacto City
A Honda resolveu seguir os passos de sua maior rival. Para reduzir custos, aumentar lucratividade e se manter competitiva no mercado, promoveu uma série de mudanças no Civic, sem mudar a antiga plataforma. Ainda assim, decidiu defini-lo como uma “nova geração”. Este expediente é usado pela também japonesa Toyota nas “renovações” do sedã Corolla. Até a atual geração do Civic, a oitava, a Honda mudava totalmente o modelo a cada cinco ou seis anos.
Agora, a plataforma lançada em 2005 ganhará sobrevida até, pelo menos, 2016. Mas a marquetice de vender uma remodelação como nova geração não é o único truque da Honda em relação ao “novo” Civic. Outro foi apresentar o modelo como se fosse um conceito em janeiro deste ano no Salão de Detroit, nos Estados Unidos. Só que o três volumes chega ao mercado norte-americano até o meio do ano: um prazo recorde entre a apresentação do conceito e a chegada do modelo de série ao mercado. Se fosse a sério.
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